Começarei contando sobre uma Velha Senhora já conhecida de muitos, ou pelo menos de nome, ou melhor, pelo seu apelido...
Renomados narradores e ouvintes de histórias, os maiores pesquisadores de folclore e literatura, ainda não souberam dizer quem foi a Mamãe Gansa.
Possivelmente seja o nome de uma figura Arquetípica. Uma Velha Contadora de Histórias, também identificada com as Avós, com as Feiticeiras e com as “Fofoqueiras” da aldeia.
Nós a encontramos pela primeira vez em 1650, na obra La Muse Historique, de Loret, da qual constava a expressão: “Comme un conte de la Mère Oye”, ou seja, “Como um Conto da Mamãe Gansa”.
A frase foi usada na coletânea de Contos de Fadas publicada em 1697 por Charles Perrault.
A verdade, no entanto, é que os poemas da “Mamãe Gansa” foram compilados e perpetuados a partir das mais diversas fontes, algumas de raízes populares e anônimas, outras possivelmente autorais, mas todas, já assimiladas à cultura e ao imaginário coletivo.
Vale lembrar que os gansos, na Tradição Xamânica, estão associados à comunicação, à habilidade de expressão - especialmente através das narrativas - e à escrita criativa.
Assim, examinando essa figura que emerge da Tradição Popular no século XVII, podemos pensar que por trás dela, exista uma Tradição mais Antiga, que remonta aos primeiros homens, aos primeiros Clãs, às primeiras Famílias.
Desde remotos tempos, Mamãe Gansa já cantava seus versos; que ainda podem ser ouvidos, na gargalhada da Velha Bruxa, nas Cantigas das Avós e na Voz da Mãe que Embala.
Histórias que povoaram de maravilhas a nossa Infância.
Renomados narradores e ouvintes de histórias, os maiores pesquisadores de folclore e literatura, ainda não souberam dizer quem foi a Mamãe Gansa.
Possivelmente seja o nome de uma figura Arquetípica. Uma Velha Contadora de Histórias, também identificada com as Avós, com as Feiticeiras e com as “Fofoqueiras” da aldeia.
Nós a encontramos pela primeira vez em 1650, na obra La Muse Historique, de Loret, da qual constava a expressão: “Comme un conte de la Mère Oye”, ou seja, “Como um Conto da Mamãe Gansa”.
A frase foi usada na coletânea de Contos de Fadas publicada em 1697 por Charles Perrault.
A verdade, no entanto, é que os poemas da “Mamãe Gansa” foram compilados e perpetuados a partir das mais diversas fontes, algumas de raízes populares e anônimas, outras possivelmente autorais, mas todas, já assimiladas à cultura e ao imaginário coletivo.
Vale lembrar que os gansos, na Tradição Xamânica, estão associados à comunicação, à habilidade de expressão - especialmente através das narrativas - e à escrita criativa.
Assim, examinando essa figura que emerge da Tradição Popular no século XVII, podemos pensar que por trás dela, exista uma Tradição mais Antiga, que remonta aos primeiros homens, aos primeiros Clãs, às primeiras Famílias.
Desde remotos tempos, Mamãe Gansa já cantava seus versos; que ainda podem ser ouvidos, na gargalhada da Velha Bruxa, nas Cantigas das Avós e na Voz da Mãe que Embala.
Histórias que povoaram de maravilhas a nossa Infância.